Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

E eu amo quando você me olha, daquele jeito, todo meu.


Não sei se você está lendo isso, mas vamos lá. Sei que acabamos de nos conhecer, e tudo mais, mas eu comecei a sentir algo diferente. Arrepios, borboletas no estômago... Será que é amor? Eu amo quando ficamos nos encarando, por horas e horas, para ver quem ri primeiro. Amo as poucas vezes que conversamos. Amo sentar perto de você, e sorrir de vez em quando, torcendo para que não perceba. E mesmo torcendo para que não descubram, eu te amo. E amo quando falam que a gente combina. Sabia?

Para [...] -Carolinne Rodrigues.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Sabe, suicídio cairia bem agora.


Sociedade, pare de nos julgar. Assim, você só piora as coisas. Quero ver no dia que julgarem você também. Te prejudicarem, e fazer você passou por tudo que nós aguentamos. Você pode até ter feito alguém pensar em suicídio (pessoas como eu). Ou cometido, de verdade. Talvez não irá ser como nos filmes: Eu irei te salvar e viraremos grandes amigas. Acho que não, dessa vez. Então pare, antes que seja tarde demais. Para todos nós.

-Carolinne Rodrigues.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Querido coração, pare de me fazer de idiota. Assinado, cérebro.

B14bb69f09tpmwbnt_89201_f245dc7c21_large

Porque? Porque sempre, você me faz de idiota? Amando sempre aquelas pessoas que te odeiam? Ou até aquelas que nem sabem da sua existência? Só me responda isso. Porque? Você poderia parar com isso. Não poderia? É claro que sim. Mas, porque não consegue? Tente, por favor. Já estou cansado de te avisar. Isso só te faz se sentir pior. Eu te entendo, é um pouco complicado, mas você poderia ao menos tentar. Tente me usar um pouco, antes de arranjar um novo inquilino. Tudo bem?

-Carolinne Rodrigues.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma escada sem fim.

Tumblr_lzv9eiuwdg1qcdbt0o1_500_large

E as vezes, na vida, eu me sinto assim. Como trilhos de trem, prestes a cair, por causa do grande peso que há de suportar. Como um baú, trancafiado a sete chaves. Como uma porta fechada, que para ser aberta necessitará de muita ajuda. Como grandes escadarias, daquelas que possuem diversos pisos com defeito, rangem e parecem esconder um grande segredo no fim. Isto é, se houver mesmo, um fim.
-Carolinne Rodrigues.